Quadrilhas dão Show no Nordestão da UNEJ
Além dos grupos que concorreram a prêmios, mais de quatro mil pessoas foram, ontem, conferir a festa
Uma noite de muito arrasta-pé, cores, alegria e beleza, tanto nos figurinos como na desenvoltura exibida durante a apresentação dos grupos. Assim foi o Concurso Nordestino de Quadrilhas, que começou por volta das 20 horas de ontem e só terminou nas primeiras horas da madrugada de hoje, no Aterrinho da Praia de Iracema.
Numa realização da Federação das Quadrilhas Juninas do Ceará (Fequajuce) e da União Nordestina de Entidades Juninas (Unej), o evento foi promovido pela TV Diário. No quadrilódromo, estrutura armada no Aterrinho especialmente para essa promoção, cada um dos nove estados nordestinos esteve representado por uma quadrilha, com exceção do Estado anfitriã, o Ceará, que pôde participar com dois grupos.
De um modo em geral, cada uma das quadrilhas escolheu um tema para a sua apresentação, que influenciou na roupa dos seus brincantes, nos adereços e no repertório musical. E, como era de se esperar, a cultura regional predominou nas temáticas enfocadas.
A obra e a vida do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, foram os assuntos mais retratados durante apresentações do concurso. No quadrilódromo e nas arquibancadas, os sucessos do artista de renome animaram os presentes do começo ao fim do festival.
Centenário
Segundo lembrou o presidente da Fequajuce, Kiko Sampaio, além de Luiz Gonzaga ser um artista de renome e um dos maiores representantes da cultura nordestina, muitos dos grupos resolveram homenageá-lo ainda devido ao seu centenário, registrado no dia 13 de dezembro do ano passado.
O concurso distribuiu R$ 10 mil em prêmios, com cinco mil para a melhor quadrilha, três mil para o grupo classificado em segundo lugar e dois mil para o terceiro colocado.
O corpo de jurado foi composto por nove pessoas, representando os estados da região Nordeste. Os itens observados foram coreografia, harmonia, evolução, figurino e animação dos grupos, além dos quesitos individuais para melhor marcador, rainha, noivo e noiva.
Foram, ontem, assistir ao festival cerca de quatro mil pessoas. Já as quadrilhas, de acordo com o vice-presidente do Unej, Humberto Floriano, reuniram de 60 a 84 pares de dançantes.
O casamento matuto destacou-se como uma parte das mais valorizadas entre os brincantes e o público, que não desgrudava os olhos da exibição. "As quadrilhas levam a sério mesmo", disse Humberto Floriano. Explicou que a forma encontrada pelos concorrentes para que a plateia e os jurados pudessem ouvir foi gravar em CD e os integrantes da "cerimônia" dublarem as falas.
Numa realização da Federação das Quadrilhas Juninas do Ceará (Fequajuce) e da União Nordestina de Entidades Juninas (Unej), o evento foi promovido pela TV Diário. No quadrilódromo, estrutura armada no Aterrinho especialmente para essa promoção, cada um dos nove estados nordestinos esteve representado por uma quadrilha, com exceção do Estado anfitriã, o Ceará, que pôde participar com dois grupos.
De um modo em geral, cada uma das quadrilhas escolheu um tema para a sua apresentação, que influenciou na roupa dos seus brincantes, nos adereços e no repertório musical. E, como era de se esperar, a cultura regional predominou nas temáticas enfocadas.
A obra e a vida do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, foram os assuntos mais retratados durante apresentações do concurso. No quadrilódromo e nas arquibancadas, os sucessos do artista de renome animaram os presentes do começo ao fim do festival.
Centenário
Segundo lembrou o presidente da Fequajuce, Kiko Sampaio, além de Luiz Gonzaga ser um artista de renome e um dos maiores representantes da cultura nordestina, muitos dos grupos resolveram homenageá-lo ainda devido ao seu centenário, registrado no dia 13 de dezembro do ano passado.
O concurso distribuiu R$ 10 mil em prêmios, com cinco mil para a melhor quadrilha, três mil para o grupo classificado em segundo lugar e dois mil para o terceiro colocado.
O corpo de jurado foi composto por nove pessoas, representando os estados da região Nordeste. Os itens observados foram coreografia, harmonia, evolução, figurino e animação dos grupos, além dos quesitos individuais para melhor marcador, rainha, noivo e noiva.
Foram, ontem, assistir ao festival cerca de quatro mil pessoas. Já as quadrilhas, de acordo com o vice-presidente do Unej, Humberto Floriano, reuniram de 60 a 84 pares de dançantes.
O casamento matuto destacou-se como uma parte das mais valorizadas entre os brincantes e o público, que não desgrudava os olhos da exibição. "As quadrilhas levam a sério mesmo", disse Humberto Floriano. Explicou que a forma encontrada pelos concorrentes para que a plateia e os jurados pudessem ouvir foi gravar em CD e os integrantes da "cerimônia" dublarem as falas.
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